Idéias mal cozidas

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21/06/2004 01:24
Bom gente, o post anterior eu tentei por 2 dias até que o blig resolveu publicar...
então, tô mudando de endereço, anotem aí:
www.aestrelafala.blogspot.com

a gente se vê por lá!


enviada por Inkling



14/06/2004 23:16
Estou vindo a público fazer uma pesquisa séria antes de nos introduzirmos em um novo campo. Conseguimos autorização do Helge Fauskanger para a publicação do "Curso de Quenya da Ardalambion" (http://ardalambion.valinor.com.br/cursoq.php) em formato de livro
ou apostila, em português, sem qualquer ônus. Estamos há algum tempo buscando orçamentos e por incrível que pareça sai mais em conta publicar em formato livro do que em formato apostila.
Seria (será?) um livro de aproximadamente 250 páginas, papel off-
set 75 g, capa duas cores e acabamento costurado (não colado). Bom, na prática isso signifca que é igual aos bons livros que temos por aí (estou com o "Livro dos Códigos" do Simon Singh em mãos, e ele tem exatamente as mesmas especificações (exceto número de páginas) do livro que gostaríamos de publicar. Não seria um livro "Valinor" e estaria ausente o máximo possível de quaisquer identificações. È um livro da Ardalambion, pra comunidade de fãs de Tolkien do Brasil.
Por isso que a gente tem que contar com todo mundo, fazendo trabalho de formiguinha, divulgando ali na universidade, na lojinha de RPG, no grupo de amigos... sem bairrismos. Já pensou se indo no embalo conseguimos publicar um livro verdadeiramente nacional de fanfics?
Ou de artigos e ensaios de autores brasileiros, tudo a esse preço?
O único problema é a tiragem. Pra obtermos um bom preço, a tiragem
teria que ser de 1.000 exemplares. Preço? Cada exemplar sairia a
R$12,00 para o comprador final (imprimindo em casa saíria a mais de
R$ 40,00 e xerocando, a $0,05 cada página, sairia mais de R$ 15,00).
Enfim, queremos a opinião de todos, independente de gostarem ou não
da Valinor, de mim, do Tilion ou de qualquer um desses bairrismos.
Afinal se esse projeto for um sucesso, vários portas se abrem para
publicações não-lucrativas sobre Tolkien no Brasil.

Gostaríamos que respondesse à enquete em: http://forum.valinor.com.br/viewtopic.php?t=36473 e/ou enviasse sua
opinião para valinor@valinor.com.br

Agradeço a paciência a agradeceria muito se ajudassem na divulgação
dessa pesquisa informal entre os que conhecerem.

Fabio 'Deriel' Bettega

enviada por Inkling



03/06/2004 01:14
Consultor de Hardware

Só pra situar quem não leu "A Luz Fantástica" ainda, esses trechos se passam logo após Rincewind e Duasflor caírem numa pedra voadora dirigida por um duida.....

- Então, você é astrônomo? - perguntou Duasflor.
- ah, não - respondeu Belafon, fazendo a pedra contornar uma montanha. - Sou consultor de hardware de computador.
- O que é hardware de computador?
- Bem, é isso aqui - explicou o druida, batendo na rocha com a sandália. - Quero dizer, parte de uma hardware. É reposição. Estou fazendo a entrega. O pessoal vem tendo problemas com os grandes círculos nas Planícies Vórtice. Pelo menos é o que dizem. Quem dera receber uma moeda de bronze para cada usuário que não lê o manual!
(......)

- Maldição, já não era sem tempo! - disse - Sete semanas para o Revéillon dos Porcos, e acontece isso outra vez.
- Oi, Zakriah - disse Belafon - O que foi agora?
- Está completamente pirado. Hoje, previu o pôr-do-sol três minutos mais cedo. É uma geringonça, cara.
Belafon subiu a escada e desapareceu de vista. Os passageiros se entreolharam, então correram os olhos para o grande espaço entre os círculos internos de pedra.
- O que fazemos agora? - perguntou Duasflor.
- Dormimos? - sugeriu Rincewind.
Duasflor o ignorou e desceu a escada.
Ao redor do círculo, druidas batian nos megálitos com martelinhos e ouviam os ruídos com atenção. Havia várias dessas pedras pelos lados,e cada uma delas estava cercada por um grupo de druidas, que as examinava cuidadosamente e discutiam entre si. Frases misteriosas chegavam até Rincewind:
- Não pode ser imcompatibilidade de software... O Salmo da Espiral Pisada foi desenhado para anéis concêntricos, idiota...
- Acho que devemos acender de novo e tentar um ritual lunar mais simples...

enviada por Inkling



28/05/2004 02:35
Um Rascunho:



Raven da Bretanha


Depois que Boadicéia e sua filha foram libertadas, se reuniram com outras tribos e promoveram uma campanha contra os romanos. Arrasaram a parte romana de uma importante cidade bretã e derrotaram a 9ª legião. É aí que começa a história de Raven...

Uma das filhas de Boadicéia engravidou enquanto estavam em poder dos romanos, mas só foi perceber após terem sido libertadas. Ficou na retaguarda, ajudando na cura dos feridos até dar à luz a uma menina. Enquanto ainda amamentava, conheceu um primo, um bretão, que ficara muito ferido na batalha contra a 9ª Legião. Ele se interessou por ela e tentou fazê-la feliz pelo pouco tempo que viveram juntos.
Após ter incendiado parte de Londinium, Boadicéia foi derotada e suicidou-se juntamente com suas filhas. O bretão, juntamente com uma ama, se encarregou de levar a criança para um lugar seguro a criá-la.
A menina cresceu numa aldeia ao norte, perto da terra dos pictos, sabendo de sua origem. Por isso demorou para se casar, e não pode recusar quando o chefe do mais influente clã da aldeia se interessou por ela.
Teve um casal de filhos, um menino e uma menina (Raven), morredo no parto da menino. Raven foi criada por tias e pelas outra mulheres da aldeia, sempre meio selvagem, mas muito ligada ao irmão. Ele a convenceu a aprender a usar as facas para se defender. A aparência de Raven não era nada convencional para a aldeia, lembrando mais uma romana ou grega.
Seu irmão sempre fora ativo, mas lá pelos 15 anos começou a se tornar rebelde e briguento. O pai nunca contara a história da família de sua mãe, e o rapaz descobrira da pior maneira: durante uma discussão com outros rapazes da aldeia, que também insultaram Raven.
Quando os romanos começaram a construção da muralha no norte, requisitaram ajuda e mantimentos das aldeias, que os chefes não puderam negar. O irmão de Raven não gostava disso, e convenceu outros jovens a prepararem uma emboscada para alguns legionários no bosque perto da aldeia. Ao encontrarem os corpos, a Legião não teve dúvida de onde partira o ataque, e a aldeia sentiu o peso de sua fúria. Os mais velhos ficaram sabendo do fato com alguma antecedência, e conseguiram fazer com que muitas mulheres e crianças escapassem pelos campos e bosques. Enquanto fugiam podiam ver a fumaça se erguendo de onde era a aldeia.
Uma aldeã, que era uma das que foram libertas quando Seren se tornou escrava, encaminhou Raven para Londinium, onde sabia que ela estava vivendo agora. No caminho, Raven ficou sabendo que alguns aldeões foram feitos prisioneiros, inclusive seu pai, e que eles foram punidos com uma das piores mortes que podia existir: a cruz. Isso fez com que se dedicasse a aprender da melhor maneira de uma faca para matar, jurando usá-la como instrumento de vingança.
Raven se identificou com Seren imediatamente, ainda mais ao saber que a sua história era muito parecida com a de suas ancestrais. Teve um pouco de dificuldade para aceitar a presença de Serevius Maior, o advogado romano, mas foi percebendo que nem todos os romanos eram iguais aos legionários que conhecera.

enviada por Inkling



18/05/2004 00:18
Tróia - ou Troy - como preferirem
A Crítica

Tirem todos os deuses (OK, é uma abordagem "histórica", deuses não
"influem" na história segundo a lógica dos produtores - humpf, isso pq a produção é de um país q leva a religião tão a sério que o creacionismo é discilpina obrigatória em alguns estados e o evolucionismo não é ensinado em outros, ou nos mesmos.. mas voltando), elimine alguns personagens importantes, como Cassandra, coloque um galã no papel principal, e outro ator dando um banho de interpretação como o antagonista dele - antagonista, não vilão, esse papel cabe à Agamemnom ** anotação mental: preparar um defesa dele, apontando-o com um líder visionário e talvez o principal responsável pela criação a identidade do povo grego***, faça uma guerra de 10 anos durar no máximo um mês, transforme um amor entre dois homens em amor entre primos (humm.. boa metáfora, hehehehe), não expicou o porquê este primo resolve fazer o papel do outro, e.....
Voilá: um filme bom, mas com falhas tão grandes em relação ao que diz ser sua fonte de inspiração, que vai confundir a cabeça de muita gente na hora de fazer o vestibular... =P

Puxa , e tudo bem eles não dizerem que os deuses tem papel importante na trama da guerras, mas daí a fazer um Aquiles quase ateu, é o fim, não??
E a Cassandra, cadê a Cassandra??
E os outros filhos de Príamo?? Ele teve 19, e só aparecem 2 na história toda??
E Hécuba, cadê a Hécuba??
E, no fim do filme, a parte hilária da história: aparecer um cara bem no fim, que diz: "Meu nome é Enéias!" - e pronto, o Páris entrega a espada ancestral da família real de Tróia pra ele?? Nem o Prona esperava um propaganda internacional dessas... hehehehe

Ah, sim, o Páris ficar vivo e fugir com Helena, Menelau ser morto em batalha, um pouco depois do meio do filme, e Agamemnon ser morto no final??
Putz.. tiraram a vingança das mãos da Clitemnestra, deixaram a Electra sem complexo... acabou-se a psicanálise!!!

E é claro, a sacada do filme foi o Aquiles ser morto por inúmeras flechadas (tudo bem, ele foi mesmo morto por Páris, mas não depois da invasão pelo cavalo, e sim numa batalha aos portões de Tróia, na frente de todo mundo), mas ele tira a flechas antes de morrer, e fica apenas uma no calcanhar... pra dar origem à lenda! Isso pelo menos foi legal!

Bem, tem outras coisas também.. afinal o filme é bom.
Apenas bom.
Não é um Senhor do Anéis ou Cine Paradiso... mas vale a pena.


enviada por Inkling



12/05/2004 00:54
Bem, continuando com a série fotos do Hubble, o Telescópio-
porteiro, aí vai uma da ultimas: uma Jóia no espaço..
O nome da galáxia?? Sei lá!
Perdi o,link de onde tirei elas, e deve ter um daqueles nomes cheios de letras e números, nada tão prosaico como Girino ou Andrômeda (correntes de andrômedaaaaa..... num resiti.. rs)



amanhã ou depois seguem mais, pq formatei o pc e ainda tô copiando uns arquivos...



enviada por Inkling



06/05/2004 02:31

A prometida imagem do Hubble: Estrela Explodindo
Ela não é lá das mais novas do Hubble, o telescópio-advogado... huehuehuehe



E esta aqui é da Galáxia de Girino
enviada por Inkling



03/05/2004 02:20

Pra quem não conhece, esse é o Arima.




enviada por Inkling



28/04/2004 20:50
Olás!

Puxa, acho que agora esse blog tá começando a ficar popular!
Yule: eu ainda não tinha lido este post quando reclamei, viu? E raffting e Brotas é muito bom mesmo! Pena que lá esteja ficanado muito cheio : (
Ah, e sei lá o que eu o Blig aprontou, mas teve um post que entrou em duplicidade.. acho que eu colei ele em cima de outro.. acho que algo se perdeu, e agora nem dá pra tentar recuperar...

Assim que eu resolver uns probleminhas no PC eu vou tentar postar umas fotos do Hubble que peguei estes dias. São lindas!!

Ah, e aí embaixo tem a continuação de uma parte de As viagens de Gulliver que complementam o outor post.... advogados q por acaso passem por aqui, ele é muito interessante!

bjos

PS: Algúem por aí sabe como é o emoticon pra beijos??
PS2: Algéum por aí já leu algum blog antes q tivesse PS??? tsc, acho que peguei essa mania lá na pônei...

enviada por Inkling



28/04/2004 20:45
Mais uma parte do interessante conceito de Justiça dos Liliputianos:

"Embora chamemos, de regra, ao prêmio e ao castigo os dois gonzos sobre os quais giram todos os governos, nunca vi posta em prática essa máxima por nação alguma, a não ser a de Lilipute. Quem quer que lá possa apresentar provas bastantes de haver observado rigorosamente as leis do seu país durante 73 luas tem o direito a certos privilégios, de acordo com a sua qualidade e condição de vida, com uma soma proporcionada de dinheiro, tirade de um fundo apropriado a esse fim: adquire, ao mesmo tempo, o título de
snilpall, ou legal, que se lhe acrescenta ao nome, mas que não é hereditário. Julga esse povo prodigioso defeito da nossa política o que referi sobre serem as nossas leis apenas reforçadas por penalidades, sem qualquer menção de recompensa. Por essa razão é uma imagem da Justiça representada em seus tribunais com seis olhos, dois na frente, outros tantos atrás e um de cada lado, que significam circuspecção; uma bolsa de ouro aberta na mão direita e uma espada embainhada na esquerda, para mostrar que está mais disposta a premiar do que a punir. "

O que vcs acham disso?
Que tal começarmos a recompensar quem cumpre a lei também??
enviada por Inkling



17/04/2004 23:24
Olá gentes!
como andei viajando, isto aqui andou mais às moscas que o normal...
aí embaixo tem uma descrição de como foi a viagem da semana santa, mas antes:
brigado elfo!
puxa, só vc e o orc tem coragem de comentar isto aqui... snif, snif.. tô até emocionada

enviada por Inkling



17/04/2004 23:20
Diário de uma turista-radical Tolkiendili

Primeiro dia:

- Na período da manhã, fiz rafting nun dos canyons do Rio Jaguariaíva. Gente, a cada remada que dava, me lembrava de quando a Sociedade do Anel desce o Anduin, e me sentia o próprio Legolas.
- Logo assim que entramos no rio, tivemos que escolher um grito de Guerra para nosso bote, e eu imediatamente sugeri: Na elme, vamos usar Na elme!
É claro que ninguém entendeu nada, e quando disse que era uma frase em élfico que quer dizer "é nóis", o povo não só ficou espantado, como os nipônicos do barco (maioria absoluta, pq só o guia e eu éramos gaijins) sugeriram algo em japonês.... pra resolver o caso, o guia sugeriu outro grito, que foi imediatamente aceito e esquecido por todos assim que se mostrou necessário....
acabamos adotando o grito "esqueci"
- Toda vez que passávamos uma corredeira nível 3 ou 3 1/2 (as corredeiras são classificadas de 1 a 5 - é um padrão internacional para esportes fluviais) me sentia nas próprias Sarn Gebir...
- O canyon me lembrou a parte do Anduin que fica logo após as Argonath, não eram tão escuro e é bem maior em extensão, mas a beleza encanta qualquer um!
- Ao ver musgos avermelhados, quase rubros, em alguns trechos do canyon, me lembrei automaticamente do seregon, que cobre o Amon Rûdh, e imaginei o quão lindo ele deveria quando o seregon estava todo florido.
- Toda vez que tínhamos que remar ré, para controlar melhor o barco numa corredeira, me lembrava de quando a Sociedade do Anel teve que remar e virar os barcos para escapar das corredeiras.. ufa, dá um trabalhão fazer isso com todo mundo remando e sem mochilas, imaginem com o hobbits apenas fazendo volume junto
com a bagagem!!

No período da Tarde, fomos ao Parque Estadual do Cerrado, e vi abelhas enormes, muito pretas e com grandes listras amarelas. Fiquei me perguntando se a casa do Beorn ficava no final da caminhada. Quase perguntei pro guia, mas tive a impressão de que ele não tinha lido O Hobbit ainda... se bem que descobri depois
que ele joga RPG...
Não tirei fotos, pq não tenho prática com fotos de animais selvagens, muito menos de insetos, mas bem que tentei.....

Segundo dia:

Caminhada na parte da manhã:
- Nada de mais, a não ser que ao ver algumas ruínas de uma antiga construção no meio do campo, me lembre das ruínas perto do Topo dos Ventos, e até as dos TdV mesmo. Sem falar que o terreno, morro acima, ia ficando mais pedregoso e começou a lembrar as Emyn Muil - se bem que o parque nacional de Itatiaia lembre muito
mais as Emyn Muil.
É claro que fui anotando as dicas de caminhada do guia para ser usada numa campanha de RPG... acho que já posso ser um batedor... : P
Ao chegarmos na cachoeira Véu de Noiva, me lembrei das cataratas de Rauros. Esta cachoeira deságua num grande desfiladeiro, e decidimos entra nele. Gente, este sim era escuro, mas não dava medo. Todo verde, pois as paredes são cobertas por musgos e samambaias, e o sol não costuma bater nele.
Quando fomos comer nosso lanche de trilha estávamos famintos, parecíamos um grupo de hobbits atacando o lanche fornecido pela agência de turismo local. Me senti mais hobbit ainda ao abrir minha mochila com o lanche extra que havia levado, pois o da agência não tinha nada diet (esqueci de avisar antes) e acabei
levando vários doces diets pra alguma emergência. Sabe como é, não podia me dar ao luxo de ter um hipoglicemia (boa desculpa pra comer o dia todo nas caminhadas.... hehehehe)

Períofo da Tarde:

Ao receber as instruções para o cascading na cachoeira do Lago Azul, fiquei me perguntando se as cordas que iríamos usar eram tão boas quanto as élficas....
Depois de ter descido a cachoeira, cheguei à conclusão que sim. Se não forem élficas mesmo. : )

Terceiro dia:
Atividades apenas no período da manhã. Aquatreking pelo rio Sabiá, que terminou numa cachoeira maravilhosa, cercada de uma vegetação linda. Digna de ser moradia para Nimrodel...


enviada por Inkling



13/04/2004 00:56
Olás gentes!
Teoria nova na praça:

Seria o ciclone Catariana fruto da quase extinção dos Sacis no Brasil?

Entrei no site da Associação Nacional de Criadores de Sacis estes dias, e ao ler a descrição das características dos Sacis, fiquei pensando: Será que o ciclone Catarina não é um fruto do desequilíbrio ambiental causado pela quase extinção dos Sacis no nosso país?
Explico:
O Sacis não se locomovem apenas dando pulinhos por aí, eles também utilizam os redemoinhos para se locomoverem, de uma forma muito mais rápida e menos cansativa. Presumo que eles deveriam guia-los e até imprimir uma certa "personalidade" nos mesmos.
Oras, com a quase extinção dos Sacis no nosos país (a ANCS é uma ONG que luta bravamente para impedir a extinção desta espécie mitológica), inúmeros redemoinhos ficaram por aí, sem ter ninguém para guia-los, rodopiando sem eira nem beira. E muitos desses já deveriam ter uma personalidade meio errática, pois os Sacis são conhecidos por gostarem de "pregar peças" nos humanos.....
Então, analisando o comportamento errático do Catarina, deduzi que o mesmo pode ter sido formado devido à confluiênica de milhares de redemoinhos "sem-sacis" existentes no país, que resolveram pregar uma grande "peça" nos seres humanos de nosso país.
Pois na época em que os mulas-sem-cabeça, boitatás, curipiras e demais seres mitológicos nativos, não corriam riasco de extinção, nosso país não sofria com furacões, terremotos e outros males parecidos.

As teorias mais "científicas", como a de que a quebra de enormes trechos de geleiras perenes da Antártica tenham causado este fenômeno são apenas uma tentativa de mascarar o grande desastre mito-ecológico que vive o nosso país.
Está na hora de abrimos nosso olhos e preservamos nosso patrimônio. Assim, além de criar uma maior consciência ecológica, para preservar a natureza se faz necessário também criar uma cosnciência mitológica nacional.

enviada por Inkling



03/04/2004 22:48
Agora, pros muitos leitores deste blog, que se recusar a postar comentários, um trecho de Viagens de Gulliver, do Swift, para se pensar no nosso conceito de justiça e como a praticamos.

Todos os crimes contra o Estado são aqui punidos com a máxima severidade; mas se o acusaddo demonstra cabalmente a sua inocência, é o acusador condenado incontinenti a uma morte ignomiosa, e dos seus bens e das suas terras é o inocente quadruplicadamente indenizado, pela perda de tempo, pelo perigo que passou, pelas privações que sofreu na prisão e por todos os gastos que teve de fazer para defender-se; sendo insuficientes esses fundos, complera-os liberalmente a coroa. Além disso, dá-lhe o imperador uma prova pública do seu favor; e a sua inocência é proclamada por toda cidade.


A justiça de Lilipute devia ter muito menos trabalho que a nossa, pois uma pena tão grande pra quem faz denúncias falsas deveria inibir muitos dos processos inúteis que se tem por aqui...
enviada por Inkling



03/04/2004 22:26

Só pro deixar mestre dragatinho contente : )

Ai vai a terceira e ultima (talvez não) parte.


Então Sauron Olhou para o Oeste e sorriu, nesse momento veio a sua mente os longos cinco anos de combate pela conquista da Terra-média:
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Com o Um em suas mãos, e derrota de seus inimigos declarados Sauron partiu para conquista do resto da Terra-média, sabia que a resistência seria baixa, e muitos dos habitantes restantes poderiam ser manipulados ao seu favor, se dirigiu primeiro para Minas Tirith, como imaginou, não houve quase nenhuma resistência, como premio ao seus, deixou que a devastassem por completo, e devorassem todos seus habitantes, o massacre foi imenso, ele pensou, provavelmente Valinor deveria estar assustada com sua crueldade, mas não se preocuparia, pois a covardia dos Valar, os impediria de fazer algo, então se dirigiu para Edoras, aquilo foi uma piada, mas poupou seus habitantes, e os dividiu em duas frentes e trabalho, uma que se dirigiu para Minas Tirith,e outra que ficou lá, construindo a Torre de Runas, símbolo de seu domínio, como ele havia assim determinado, se dirigiu para Fangorn, ele sabia que a luta não seria fácil, mas a perda de alguns grupos era inevitável, então mandou um ataque frontal
e devastador, o qual foi repelido com grande força, mas com isso, o segundo ataque entrou silencioso, e derrubou um a um os Ents, mas deixou Babarvore, e alguns Ents vivos e aprisionados, com correntes nefastas, e Fangorn tombou, e mais uma Torre se levantou lá.
Então após um mês de descanso e reagrupamento, seu exercito marchou para o Marco Ocidental, eliminando algumas vilas pelo caminho, e aumentando o numero de trabalhadores, chegando lá tomou o lugar facilmente, e ergueu outra torre, e seu domínio crescia, após mais uma breve pausa partiu para as Montanhas Azuis, onde encontrou uma forte resistência anã, uma batalha que durou oito meses, mas acabou com a escravidão de alguns anões mais fracos, e a prisão e a morte de outros, de lá logo saiu e foi para Vila Hobbit para descansar e reagrupar forças, pois a defesa anã fora maior do que esperava, mas nada além de um erro de calculo. Da Vila Hobbit, foi para Charco do Etten, onde levantou mais uma torre, e aumento seu exercito com tais seres, dela se dirigiu para Imladris, lá como Saruman o informara através de seus espiões, os Elfos a haviam abandonado e ido para o Oeste, então apenas deixou um grupo para tomar conta, e um grupo de trabalho para ergue mais uma torre, e segui para Floresta
das Trevas, e lá criou mais uma base e ergueu mais uma torre, depois se dirigiu para Lorien, a qual também estava vazia, dela foi para Ered Mithrin.
Mas indo para Ered Mithrin, ele foi abordado por um exercito de homens, liderados por dois poderosos magos, um atraso não previsto, pois eram um pequeno exercito, mas seus dois comandantes armaram bem as emboscadas, e demorou entorno de um mês e meio, mas conseguiram derrubar a resistência, e capturar seus comandantes, o qual como Sauron havia deduzido, eram os magos azuis. Prosseguiu para Ered Mithrin, cautelosamente seu exercito subiu as montanhas, e com ajuda de Saruman e seus espiões, conseguiu estabelecer uma base e capturar alguns dragões.
Então voltou para Barad-dûr, e ficou lá por um ano quando seus mensageiros voltaram avisando que todas as bases estavam estabelecidas, e todos as torres erguidas, então ele chamou um pelotão de elite de Olog-hai, e foi com eles para Mithlond, chegando lá, queimou grande parte da cidade e do porto, e fez uma base, e mandou ergue mais uma torre, então se passaram mais quatro meses, quando o avisaram do termino da fortificação da base e da torre.
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Então mensageiros foram em direção de todas as torres levando ordens de Sauron, e no dia estipulado Sauron olhou para décima terceira torre, que fora construida dentro do mar, mas bem perto da praia, a qual tinha alguns seres marinhos presos a ela, e como em cada uma das torres havia seres de toda espécie presas nelas, até Saruman fora traido, e estava preso junto com os outros dois Istari na Torre de Runas de Barad-dûr, na de Fangorn estava os Ents, na de Minas Tirith, homens, na da Montanhas Azuis, anões, no Marco Ocidental, hobbits, e assim com todas, havia até orcs presos a elas.
Então Sauron começou a fazer um feitiço, mais parecido com um mantra na lingua negra, e o céu começou a mudar, raios caiam perto das torres, então uma ultima palavra fora dita por Sauron, então como uma união de raios caíram sobre as Torres de Runas, o corpo daqueles estavam presos foram dilacerados, e se uniram a Torre, e do topo de cada uma um anel flutuava, e desses anéis saiu um raio que cortou os céus, e se uniram em um grande circulo, e esse circulo começou a se abrir, e uma horrível tempestade caiu sobre toda Arda, até Valinor fora atingida, e quando circulo chegou ao seu tamanho total, ele roubou a energia do Sol e da Lua, e os maias que o guiavam caíram por terra, então um grande explosão se fez, e do circulo...........

Delf Dragon

enviada por Inkling






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